quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

FRAGMENTO DA ÚLTIMA CARTA DE EINSTEIN À SUA FILHA LIESERL



O AMOR…

Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam, e o que lhe revelarei agora para que o transmita à humanidade, também se chocará contra a incompreensão e os preconceitos do mundo.

Peço-lhe mesmo assim, que o guarde o tempo todo que seja necessário, anos, décadas, até que a sociedade haja avançado o suficiente para acolher o que lhe explico a seguir.

Existe uma força extremamente poderosa para a qual a ciência não encontrou ainda uma explicação formal.

É uma força que inclui e governa todas as outras, e que está inclusa dentro de qualquer fenômeno que atua no universo e que ainda não foi identificada por nós.

Esta força universal é o Amor.

Quando os cientistas buscam uma teoria unificada do universo, esquecem da mais invisível e poderosa das forças.

O amor é luz, já que ilumina quem o dá e o recebe.

O amor é gravidade porque faz com que umas pessoas sejam atraídas por outras.

O amor é potencia, porque multiplica o melhor que temos e permite que a humanidade não se extinga no seu egoísmo cego.

O amor revela e desvela. Por amor se vive e se morre.

Esta força explica tudo e dá sentido em maiúscula à vida.

Esta é a variável que temos evitado durante tempo demais, talvez porque o amor nos dá medo, já que é a única energia do universo que o ser humano não aprendeu a manobrar segundo seu bel prazer.

Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Si no lugar de E=mc² aceitamos que a energia necessária para sanar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limite.

Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.

Se quisermos que nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e que cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.

Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, um artefato bastante potente para destruir todo o ódio, o egoísmo e a avareza que assolam o planeta.

Porém, cada individuo leva no seu Interior , um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser liberada.

Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.

Lamento profundamente não ter sabido expressar o que abriga meu coração, que há batido silenciosamente por você toda minha vida.

Talvez seja tarde demais para pedir-lhe perdão, mas como o tempo é relativo, preciso dizer-lhe que a amo e que graças a você, cheguei à ultima resposta.

Seu pai,

Albert Einstein 

domingo, 30 de março de 2014

Sonho ou Pesadelo

Um sonho é aventura,
É imaginação,
Ilusão,
Um pesadelo é tragédia,
É medo,
Susto,
O sonho pode ser real,
Ou subconsciente,
Pode ser dramático,
Ou teatral,
Até pode ser de vida,
Ou de apenas sonho,
O mundo dos sonhos é repleto de mistério.
Nunca ninguém o visitou,
Nunca ninguém lhe vira a entrada,
Nunca ninguém o procurou,
Mas ele existe nos nossos corações,
Só temos de procurar,
E ter a imaginação suficiente,
Para o visitar,
Pois só lá os sonhos se realizam,

E vamos buscar força para continuar a lutar por eles.

O coração
O coração não é certo,
Ele apaixona-se sem nos sabermos,
Sentimos e dizemos “amo-te”,
Mas quando o coração diz “adeus”,
Nós morremos,
O coração também diz “não acredito”,
E desatamos a chorar,
O coração adora-nos e nós a ele,
O coração é o nosso ser.

Alma
A alma é constituídas por…
Amor? Vazio? De que?
De tudo um pouco,
Pois quando estamos sós,
A alma fica vazia,
Quando estamos felizes,
A alma está radiante,
Quando estamos furiosos,
A alma é como se fosse um inferno,
Quando estamos apaixonados,
A alma derrete-se,
A alma é o que nós somos

Tempestade da saga
Aquele mar das terras do norte,
É como ver campos refletido nele,
Verdes e cinzentos, rodeando a ilha bela de Vig.
Ficar fascinado com a espuma,
Que varre os negros e sombrios rochedos.
Num simples começo de tarde,
As aves eram como um vaivém sem fim,
A cada segundo as águas engrossavam,
As nuvens movimentavam-se lentamente,
Pelo longo vento do sul.
Hans ouviu as primeiras palavras da tempestade, 
Mas não o intimidaram,
O vento fazia os seus fatos inchar,
Também caminhou até ao estremo do promontório.
As gaivotas estavam inquietantes e o seu voo compactado.
O ímpeto e o tumulto faziam ouvir a sua violência,
Ao longe via-se escurecer o espaço.
A tempestade aquecia a voz para cantar vem alto,
Hans como quem reza, concentrava-se,
Para ouvir como nunca o cantar do mar.
A sua atenção era tão atenta que nada o distraia,
O vento era tão violento que se estendeu no fim do promontório.
Para conseguir ver o aumentar das ondas,
Que cada vez mais solenes e pesadas.
As gaivotas intimidadas retrocediam a terra,
As altas ervas translúcidas à sua direita, inclinadas pelo vento,
Pousavam no chão o seu caule fino,
Nuvem sombrias e intimidantes rodeavam os anéis enormes,
Sob uma desconhecida luz, radiante e também tenebrosa.
O espaço sofria metamorfismo.
 E a chuva sem avisar chegou fresca e fria. 

sábado, 6 de outubro de 2012

Saudade

Bem, como o tempo passa ainda a pouco tempo me lembro de andar-mos todos no 7ºC com a Prof. Maria José Meireles que nós deixa muitas saudades, agora já somos o 9ºC, perde-mos alguns colegas de turma, mas não perdemos amigos esses estão lá sempre, ganho-mos novos amigos, novos professores mas os marcantes ficam lá sempre!
Saudades Prof. Maria José Meireles